Histórico
A metodologia de avaliação do Great Place to Work® foi criada por Robert Levering, fundador do Instituto, por meio de entrevistas com funcionários efetuadas em mais de 200 empresas nos EUA. A metodologia de Levering demonstrou-se aplicável a empresas de diferentes setores e tamanhos, presentes em países com culturas distintas.
Desde 1997, esta metodologia vem sendo aplicada para a elaboração das listas de “Melhores Empresas para Trabalhar”. A primeira lista foi publicada no Brasil em 1997, quatro meses antes da lista americana, publicada pela primeira vez em 1998. Desde então, o Great Place to Work® desenvolve e publica listas de “Melhores Empresas” em três continentes:
| América do Norte |
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| América Central |
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| América do Sul |
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| Europa |
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| Ásia e Oceania |
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Além das listas publicadas em cada um destes países, o Great Place to Work® elabora e divulga listas regionais. É o caso da Lista das “Melhores Empresas para Trabalhar na América Latina”, publicada pela primeira vez em 2004, e a Lista das “Melhores Empresas para Trabalhar - Europa”, disponível desde 2003. Em breve, o Great Place publicará a lista das “100 Melhores Empresas para Trabalhar no Mundo”, incorporando, para tanto, os dados de seus mais recentes escritórios no Canadá, Japão e Venezuela. Em 2008, será lançada a lista “Melhores Empresas para Trabalhar – Rio de Janeiro”, segmentando de forma inédita, por região, as melhores empresas.
Os estudos Great Place to Work® nestes anos de pesquisa demonstram um crescente interesse das empresas em melhorar seu ambiente de trabalho. Este interesse é refletido no aumento do número de empresas inscritas e no número cada vez maior de empresas interessadas em participar de processos semelhantes em diversas partes do mundo.
O trabalho de pesquisa internacional do Great Place to Work® tem permitido a inúmeras multinacionais compararem sua gestão de pessoas nos diversos países onde a pesquisa é aplicada. As empresas nacionais, por sua vez, têm utilizado este mesmo “benchmark” para se comparar com empresas internacionais. Além disso, o próprio Instituto realiza análises e comparações entre as diversas culturas. O gráfico abaixo mostra que, apesar das diferenças culturais entre as regiões pesquisadas, a satisfação com relação ao ambiente é pouco alterada: